A famosa resenha diária antecipa o que parece previsivel: vem aí o maior JUCS de todos os tempos.
Faltando 1 mês e meio eu decidi criar esse blog para falar sobre minhas expectativas para o evento e saber a opinião de alguns atletas da PUC
Rapeize, vem comigo!
Os times de handebol da PUC vieram com sede de vitória. Os meninos não decepcionaram e no segundo dia de competições estrearam nas quadras com vitória sobre o IBMEC. A partida que foi bem disputada terminou 19 a 16 para a PUC que ficou a frente do placar por quase todo o tempo de jogo. De acordo com alguns atletas, foi o jogo mais difícil da competição
Com vaga na próxima fase garantida, o time não relaxou e venceu o segundo jogo dessa vez contra a UFRJ. 29 a 20 o jogo levantou a torcida e deixou os puquianos mais perto do grito de campeão. Para os puquianos, foi uma revanche do JUCS 2013, na qual os atletas da UFRJ saíram com a vitória.
Na terceira e última partida, o time masculino repetiu o placar positivo dos dois jogos anteriores. Com um time forte e bem treinado, os meninos enfrentaram a ESPM e ganharam a final da modalidade por 32 a 23 e levaram a medalha de ouro.
O time feminino não teve a mesma sorte. Apesar da boa preparação durante o ano anterior e o histórico de vitórias, as meninas foram eliminadas pela rival FACHA na primeira fase. Na partida vencida por 7 a 4 a PUC deixou as quadras aplaudida pela garra das jovens jogadoras apesar da derrota.
A união do time masculino e feminino é algo a ser ressaltado. Os times que treinam juntos desde o começo da preparação sentiram o peso da derrota do feminino no primeiro dia. A foto abaixo mostra a união das duas equipes que, mesmo não levando os dois títulos para casa, comemoraram juntas
A modalidade ainda pouco explorada no evento teve boa repercussão no primeiro dia de competições. O JIU-JITSU abriu o JUCS 2015, mas não foi dessa vez que a PUC não foi vitoriosa. Apesar da força e da garra dos atletas Pedro de La Rocque, João Ricardo Viégas e Diogo Pacheco, os oponentes se sobressaíram e levaram a melhor eliminando a PUC da modalidade.
As lutas foram duras e vencidas por pequenas diferenças de pontuação. A promessa para o próximo ano é ir mais preparado para Vassouras com mais vontade e sabendo exatamente o que esperar dos lutadores rivais.
Infelizmente, todos os atletas da PUC caíram na primeira rodada. Mesmo com o trabalho da atlética de incentivo ao esporte, contratando treinador e dando treinos na própria faculdade, os três lutadores fizeram seu melhor, mas não foi o suficiente pra sair com a medalha de ouro
Pedro de la Rocque, capitão do time de lutadores, falou um pouco sobre a derrota e a motivação para o próximo evento:
- Infelizmente, o título não veio em nenhuma das categorias, mas temos certeza que fizemos nosso papel e representamos e honramos as cores da nossa faculdade.
Nunca fugiremos da batalha, sempre iremos prontos pra guerra e que venha o próximo Jucs.
O futsal é uma das modalidades que mais mobiliza a torcida puquiana. Seja feminino ou masculino os jogos ficam lotados e os cantos de apoio ecoam pelos ginásios jogo após jogo.
Os craques da PUC venceram a primeira partida contra a ESPM. Apesar da rival ter conseguido marcar um gol, os puquianos garantiram a vitória de 2 a 1 seguindo para a próxima fase.
Com um segundo jogo mais apertado para o time masculino, eles conseguiram levar para os pênaltis. A partida empatada em 2 a 2 foi vencida nas penalidades por 3 a 2 pela PUC mandando o IBMEC para casa e levando os puquianos ao delírio na torcida.
O time feminino também não ficou atrás e estreou com vitória. Com vontade e muita técnica em campo elas deram um show em cima da UFF. As meninas golearam a federal em 6 a 0 e seguiram em frente na competição.
Ambos os times garantiram seu lugar na fase final e no ultimo dia de competição enfrentavam a FACHA. As meninas garantiram o ouro com mais uma goleada, agora de 4 a 0, mas o craques do time masculino não tiveram a mesma sorte. Com a partida empatada em 2 a 2, eles perderam nos pênaltis.
Ainda
não foi nesse JUCS que o futebol de campo conseguiu o destaque que sonhava. Os
meninos entraram em campo, no primeiro dia de competição, determinados e
garantiram a primeira vitória, com folga, em cima da UFRJ por 3 a 0. Nada como
uma vitória logo de cara para aliviar o nervosismo e dar mais confiança para
seguir em frente.
A
oportunidade de repetir o feito do primeiro dia foi dada, mas no segundo jogo,
contra a UFF, o cenário foi um pouco diferente. Mesmo com a torcida apoiando o
time o empate de 1 a 1 foi inevitável e levou a partida as penalidades máximas
no Estádio Municipal. E, dessa vez, a Federal Fluminense levou a melhor. Com 5
pênaltis convertidos por eles contra 4 pela PUC, a UFF garantiu seu lugar nas
finais da modalidade.
Mesmo
com a frustração, mais uma vez no futebol de campo, os puquianos sabiam que era
apenas uma derrota e ainda tinha muito jogo pela frente. O jogadores apesar de
tristes não se deixaram abater e continuaram, agora, como torcedores a apoiar
sua faculdade no evento.
Como se preparar para uma modalidade que nunca fomos campeões? Essa era a grande dúvida da Atlética de Comunicação para ganhar o basquete. No masculino, batemos na trave na primeira edição e ficamos com a prata. Já no feminino, duas finais não foram suficientes para conseguir a medalha de ouro.
Porém, o ano de 2015 reservava fortes emoções para ambas as equipes e o título, enfim, veio.
Considerado o "dream team" da PUC, o basquete masculino deu um show em quadra. Com a ajuda do aluno e armador profissional do Clube de Regatas do Flamengo, a PUC desbancou seus adversários e conseguiu o primeiro título da modalidade
A campanha não foi tão fácil, mas o time conseguiu administrar todas as suas partidas à frente no placar. O primeiro confronto foi o mais fácil para os puquianos: 61x27 contra a UFF. A semifinal era a partida que todos queriam assistir. Mais uma vez, a PUC enfrentaria a FACHA para ver quem iria para a final do JUCS 2015. Em edições anteriores, o placar estava 2x1 em vitórias para a rival. Porém, esse ano foi diferente. Em um jogo disputado em quadra e na torcida, a PUC conseguiu a vitória por 91x79. A final foi contra a bicampeã do basquete ESPM. Para muitas pessoas, os adversários da PUC eram considerados favoritos. Mas com a ajuda de Daniel Lorio, Rodrigo Belo, Ébano Gama, Guilherme Pires e todos os outros atletas, a PUC se sagrou campeã pela primeira vez no basquete masculino.
A equipe feminina contou com um grande reforço nesta edição do JUCS. Larissa Magioli, atleta do Time PUC, foi determinante nas três vitórias rumo ao título.
Na primeira partida, um verdadeiro baile: PUC 39 x 6 UERJ. A confiança era tanta que as meninas também foram devastadoras no segundo confronto. Mesmo com um jogo sem muitos pontos, a equipe da gávea saiu vencedora: PUC 27 x 7 ESPM
A final seria com a atual tricampeã do baquete feminino, a UFRJ. Mais uma vez, muitas pessoas consideravam as adversárias da PUC. O desfecho vocês podem imaginar: PUC-Rio campeã do basquete feminino
A evolução dos dois times e o reforço de novos atletas foram determinante para que o título viesse. Na próxima postagem, a felicidade do handebol masculino contra a frustração do feminino
Depois de um tempo parado e concentrado na preparação do JUCS, decidi retornar ao blog para contar como foi o resultado de cada modalidade da PUC na 4ª edição dos Jogos Universitários da Comunicação Social.
Decidi começar por uma das modalidades duplamente campeã. O vôlei esse ano conquistou os dois campeonatos, tanto no feminino quanto no masculino. Já antecipado pelo presida, eram os times mais fortes na minha opinião. Não deu outra: medalha de ouro pras meninas e pros meninos.
A trajetória de ambas as equipes não foi tão complicada. No primeiro jogo do feminino, a vitória veio contra a ESPM, faculdade que disputou a final com a PUC em 2013 e foi vice campeão. Esse ano, as meninas "puquianas" não tiveram muita dificuldade: 2x0
O segundo jogo foi contra a Facha. Na edição de 2013, a PUC travou uma batalha na semifinal com as "fachaceiras", mas conseguiram chegar a final. Este ano provavelmente foi o jogo mais difícil do JUCS. Mesmo assim, a PUC saiu com a vitória também por 2 sets a 0.
A final foi contra a faculdade Veiga de Almeida, que seria a adversária na final que não aconteceu do ano passado. A expectativa era grande, já que era uma equipe pouco conhecida, só que mais uma vez a PUC não perdeu nenhum set e se sagrou campeã do JUCS 2015
A novata do time Lara Lorenzon Garcia falou um pouco sobre como foi jogar o JUCS: -Cheguei devagar no meu primeiro Jucs e, tanto as meninas quanto o Gabriel me receberam de braços abertos, muito obrigada, foi incrível!!! A felicidade pelo título transborda dentro de mim e agora, vão ter que me aturar por no mínimo mais três anos - disse a atleta
Literalmente massacrando seus adversários, os meninos da PUC conquistaram a medalha de ouro pela primeira vez. Assim como no feminino, o masculino teve certa facilidade na trajetória desde as quartas de final até a final;
Na primeira partida, a derrotada foi a UVA por 2 sets a 0. Foi a terceira vitória da PUC contra a UVA desde que o JUCS foi inaugurado em 2012
O segundo "embate" contra a UFF foi um verdadeiro passeio. Com parciais de 25x1 e 25x9, a PUC avançou para a final
O último confronto seria com o nosso algoz dos últimos anos. A Facha já havia nos derrotado na primeira e na segunda edição do JUCS. Mas esse ano foi diferente. No jogo mais disputado do campeonato, a PUC se sagrou campeã por 2x0 com parciais de 25x13 e 25x20
O capitão do time foi marrento e simples na sua definição do JUCS deste ano:
- Falei que ia ser fácil - brincou Mateus Rocha
O Vôlei da PUC mostrou extrema competência durante a competição. Mesmo enfrentando adversários tecnicamente mais fracos, não tirou o pé da marcha em nenhum momento e trouxe os dois títulos de campeão para a Gávea.
A Atlética de
Comunicação da PUC-Rio não tem uma data específica de criação, mas ela teve um
motivo pra ser criada: tentar preencher a lacuna que o esporte universitário
deixa no Rio de Janeiro. E tudo aconteceu de forma natural: uma conversa de bar
entre amigos de faculdades “rivais”, PUC e UFRJ, deu início à criação, não só
das Atléticas de Comunicação, mas ao evento que as unem, o JUCS – Jogos
Universitários de Comunicação Social.
A partir dessa
conversa, fomos atrás da FACHA – que já tinha Atlética. Em seguida, das demais
faculdades de comunicação do Rio de Janeiro, que passaram a ter entendimento do
projeto que estava nascendo. Assim, além das três supracitadas, UFF, UERJ, UVA,
ESPM e CCAA deram segmento à ideia.
Como em toda empresa,
o começo não foi nada fácil. Construir uma diretoria com amigos dispostos foi o
primeiro passo para o nosso sucesso. Daí em diante, nosso trabalho girava em
torno de conseguir verba para alugar quadra, contratar treinadores e o
principal: convencer que a Atlética de Comunicação Social da PUC-Rio, fundada
por 5 jovens, era algo sério. Pouco tempo depois provaríamos isso! Buscamos uma
comunicação irreverente nas mídias sociais, contratamos o designer Kim Monteiro
– também aluno da PUC - para materializar nosso mascote, o Kenny John. Em
alusão ao nome dado ao prédio do nosso curso, o John Kennedy. 2 anos depois o
Escudo da Atlética também autoral, foi criado.
Eis que em 2012.2 o
primeiro JUCS aconteceu. Com o “pé atrás” de muito alunos, as 8 faculdades se
encontram em Juiz de Fora. Foram 114 alunos da PUC, 700 alunos no total e a ESPM
se sagrou campeã da primeira edição do evento. O sucesso da primeira edição
veio carregado por um misto de ansiedade com uma a necessidade de sermos
Campeão Geral. Assim se desenhava a segunda edição do JUCS.
A legitimação do
evento veio pelo acolhimento dos alunos. Assim, com mais experiência,
conseguimos um preparo maior. Mais treinos para os atletas. Técnicos
consagrados. E um engajamento maior do que o esperado da delegação. Contando
com a criação da torcida “Millonarios” e uma equipe de “Cheerleaders”. O
resultado não poderia ser diferente: PUC-Rio Campeã Geral da segunda edição do
JUCS.
O trabalho para a
terceira edição, em 2014, continuou mais intenso. Demos início a nossa loja com
produtos do Kenny John (Camisas, Casacos, Samba-Canção, Bonés e Chinelo).
Sucesso imediato no curso! Aprendemos mais uma lição e criamos mais responsabilidades.
Nossa equipe cresceu. Nossa participação no curso também. Já éramos 250
puquianos em Vassouras empurrando nossos times para mais um título. Todavia, um
contratempo frustrou nossos planos.
Em 2014 fizemos uma
reivindicação! Matematicamente a PUC-Rio já havia conquistado o título de
Campeão Geral da 3ª edição dos JUCS. De fato, nosso Bicampeonato! Todavia, em
uma das “Plenárias” – reuniões que aconteciam ao final do dia com os
representantes das faculdades a fim de debater sobre o que acontecera no evento
– um dos jogos vencidos pela PUC foi anulado com a premissa de um erro de
arbitragem. Algo que pelo Estatuto – escrito e assinado por todas Atléticas –
que rege os nossos Jogos, jamais poderia acontecer. Sem reivindicarem a
decisão, com o argumento de que “estávamos em todas as finais e já éramos
campeões” optamos por não entrar em quadra nas 8 finais que seriam disputadas
no ultimo dia.
Nossa decisão fez da
Facha a campeã geral! Na contramão, a organização extinguiu a plenárias e 3
advogados esportivos contratados tratam do assunto isentos do interesse em
prejudicar as faculdades mais fortes. Em geral, a PUC-Rio. A decisão polêmica,
legitimada por sermos Campeões Geral, foi abordada e elogiada por outros cursos
e faculdades, até mesmo fora do eixo do Rio de Janeiro. Essa história resultou
na nossa campanha para 2015: “It’s PayBackTime. A Atlética e os atletas estão fechados
para sairmos mais uma vez vitoriosos de Vassouras.
Perguntei a um dos fundadores da Atlética o que ele achou sobre o ocorrido e o que ele espera para essa próxima edição. Com a palavra, o atual vice presidente da atlética, Eduardo Paiva:
- Nossa decisão não foi fácil, mas foi a mais correta. Hoje podemos nos orgulhar de termos sido protagonistas na mudança do esporte universitário carioca. Esse ano vamos para Vassouras mostrar para todo mundo que não fizemos isso em vão. Vamos para ganhar!
Agora, em 2015, vamos
mais uma vez fortes para o JUCS. Com a campanha “It’s PayBackTime”, são
esperados pelo menos 300 puquianos em Vassouras para tentarmos trazer mais um
título para a Gávea.
O apoio e a
participação de cada aluno da PUC-Rio é importante para o nosso crescimento.
Falta pouco mais de 1 mês para o maior JUCS de todos os tempos. Eu e toda a
atlética esperamos vocês lá!
O futsal é a aquela modalidade que todos querem assistir. Sem querer desmerecer os outros, mas é a modalidade mais disputada do JUCS.
Prefiro começar falando do feminino. Nossas meninas campeãs mostram diariamente o que é ser um time. Não precisa só treinar, não adianta ter o melhor técnico de jogos universitários e também não é suficiente ter os atletas mais preparados. O futsal feminino da PUC nos mostrou o que é um time: uma família.
E essa família tem feito estrago por aí. Em torneio organizado no começo deste ano, fomos campeões em cima da fortíssima equipe da UERJ Engenharia. Para o JUCS, as meninas estão mais preparadas do que nunca. Na minha opinião, faremos a final contra a FACHA. Mas opinião não serve de nada. Precisamos provar dentro de quadra.
A nossa revolta do ano passado podia ter desestimulado vocês. Fico feliz de ver que ela só deu força. Quero deixar claro aqui que confio muito em todas. Podem ter certeza que estarei na arquibancada, de um lado para o outro, não só torcendo, mas jogando com vocês.
O futsal masculino é conhecido e temido por todos. Chegamos na final de todas as edições. Perdemos em 2013 por acaso, em um jogo que estávamos melhor. Ano passado a final seria contra a UFF e o favoritismo estava do nosso lado. Esse ano temos gente nova e disposta a trazer o título de volta. A preparação do time não é a das melhores, mas isso não importa. Temos o melhor time de todos os tempos.
Não importa se qualquer outro time vai estar mais preparado. Não importa se eles tiverem um time só de federados. Não importa se a torcida deles estiver maior. Dentro de quadra, eu sou mais vocês. Fico feliz por acompanha-los de perto e ter a certeza de que fiz grandes amigos nesse tempo.
A foto não poderia ser outra: nossas meninas levantando o troféu do TUC:
O basquete também é uma modalidade que nunca vencemos no JUCS. O masculino, considerado favorito em muitos anos, só conseguiu chegar na final na primeira edição do evento. Mas isso não foi por acaso: durante toda nossa história de atlética, ainda não conseguimos levar o nosso time completo. Esse ano o mesmo dilema: será que todos os nossos melhores atletas vão conseguir ir? Se sim, o tão sonhado ouro fica mais perto da Gávea.
Já no feminino a história é diferente. Não é arrogância da minha parte falar que é a modalidade mais fraca do JUCS. Até esse ano, nunca tivemos uma menina federada em basquete e esse cenário se repetia nas outras faculdade. Na verdade, eram as meninas das outras modalidades que completavam o time. Mesmo assim, chegamos nas finais e sempre fizemos jogo duro.
Sem dúvida nenhuma, esse ano é o que temos os times mais fortes no basquete. Se somos favoritos eu não sei porque não conheço os outros times. mas com certeza vamos brigar pesado na luta pela medalha dourada.
Nosso capitão do basquete Rodrigo Bello mandou uma mensagem para organização do evento:
- Espero que a organização tenha aprendido com os erros do ano passado para fazer o melhor JUCS da história. Esse ano tem tudo para ser o melhor! - disse o atleta
É muito gratificante ver todas as pessoas ansiosas pro JUCS. Já somos mais de 200 "doidões" em Vassouras no feriado de Corpus Christi e esse número tende a aumentar!
Handebol: pra mim a modalidade mais disputada do JUCS. Com certeza é um esporte que aprendi a gostar por causa dos jogos. Talvez pela tensão e pela dinâmica do jogo.
Depois de um ano do fatídico jogo contra a ESPM que acarretou toda a discussão já conhecida por todos, continuo com o pensamento de que a atlética tomou a decisão certa. Foi o melhor dos mundos? Não. Mas foi o correto.
Esse ano vamos com mais vontade do que nunca. Tanto o masculino como o feminino de handebol estão renovados. A adesão de arquitetura e design trouxe uma galera nova pro nosso elenco.
Mas como disse antes é a modalidade mais disputada. No masculino, FACHA, ESPM e UFRJ são as favoritas. No feminino, acredito que a UFRJ venha forte novamente.
Sabendo disso tudo, apenas um recado: vamos para ganhar!
Falta pouco mais de 1 mês para o JUCS e a tensão tá grande. Dia 7 de junho o troféu volta para casa
Beijos e abraços,
Do seu presida.
Provavelmente é a modalidade que mais cresceu do último Jucs para esse. Além de contar com nossos talentos Mateus Rocha e Helena Petry, esse ano novos alunos entraram nos times.
O técnico é novo, mas já conquistou os atletas e vai em busca de seu primeiro título em jogos universitários.
O time masculino vem em busca de seu primeiro título no Jucs. Esse ano vai!!!
O capitão do time, Mateus rocha, mais conhecido como Miudo esbanjou confiança:
- Nao temo ninguém. Esse ano vamos atropelar - disse o principal atleta
Já as meninas, campeãs do Jucs de 2013 com facilidade (provavelmente seriam em 2014 também) vem mordidas pela final que não aconteceu no ano passado e o bicampeonato parece questão de tempo.
Nossa capitã Heleninha falou sobre as expectativas para esse ano e as possíveis rivais;
"Cara, na verdade, em 2013 não foi assim tão fácil. A espm tinha vencido em 2012 e vinha com um time ainda mais forte, eles davam a vitória como garantida e a gente tinha nossas dúvidas quanto a nossa capacidade. Ganhamos a final de virada, num jogo bem equilibrado. Corrigida essa parte, acho que somos um time bem forte esse ano, mas acredito que o favoritismo não exista no volei feminino. A ESPM, apesar de ter ido mal no ano passado, tem jogadoras bem boas e é uma bela ameaça, se jogar com o time completo. A FACHA também vem forte, com pelo menos duas meninas novas, e a Veiga é uma incógnita e tem que ser respeitada por ter chegado à final no ano passado. Não vi o time jogar mas acredito que seja um bom concorrente. Imagino que essas três universidades sejam nossas maiores rivais. Acho que todas as equipes vão vir muito mais fortes esse ano, não só no volei"
Como presidente, é a modalidade que tenho mais confiança na vitória para esse ano. Vamos que vamos!
O blog do presida poderia começar falando sobre a história do jucs, sobre como fizemos a atlética ou poderia até dizer de como eu sou orgulhoso e sortudo por ter conhecido pessoas incríveis por esse projeto chamado atlética
Mas vou falar sobre a torcida, ou seja, sobre os alunos de Comunicação, Design e agora Arquitetura que gastam um dinheiro forte pra apoiar nossos times!
Torcer não é fácil. Não é só chegar com suas músicas e gritar. É muito mais que isso. Aprendemos com o tempo e com os erros que uma torcida realmente boa precisa ser organizada e precisa de pessoas dispostas. Assim como a atlética, a Millonarios começou pequena. A falta de torcida no primeiro Jucs fez com que alguns doidões aparecessem pra organizar a segunda edição. Depois da fatídica edição de 2014, nossa torcida promete ser a maior do JUCS deste ano. Faltando 1 mês e meio já somos 200 pessoas em Vassouras e a conquista do título geral vai depender MUITO da torcida.
Um dos caras que fez a torcida crescer falou um pouco sobre a expectativa para o JUCS desse ano. Com a palavra, Tiago Rodrigues
"Esse ano a gente tá
contando com uma galera maior pra ajudar e não deixar na mão de 2/3 pessoas. A
galera tá focada e animada pra fazer bonito lá no jucs, geral tá cascudo de
como é difícil ficar 4 dias andando pra cima e pra baixo pra ver todos os jogos
e ainda tentar aproveitar as festas a noite, afinal tem gente com 4 jucs nas
costas. O importante é que apesar de muitos que ajudaram a criar a torcida em
2013 não estejam esse ano, teve uma rapaziada que entrou e tá dando conta do
recado. Estamos focados em sempre inovar, procurar fazer uma festa diferente,
sempre apoiando a Puc na vitória e principalmente na derrota"
A torcida não vive só de surdo e gritos de guerra. No meio de canções de apoio e cerveja, temos nossas meninas que embelezam as arquibancadas. Julia Tostes falou sobre a importância das líderes de torcida nas arquibancadas e também
- Nosso papel, assim
como o da "Millo" é motivar e fazer as pessoas torcerem. Eu acho que somos
fundamentais nessa conquista, porque nós também somos representantes da
torcida. Se as cheers estão animadas, pulando e cantando, as pessoas
consequentemente ficam animadas. Acho que é um efeito dominó. Todo mundo acaba
contagiado.
Esse ano estamos nos
dedicando muito. Começando a nos preparar com antecedência. Tudo está sendo
pensado, não vai ter nada no improviso. Temos algumas surpresas preparadas que
vão deixar as pessoas mais animadas com a nossa presença. As cheers esse ano
vão vir com tudo!